Pesquisa e projetos

Imunometabolismo associados à imunopatogênese

A via da quinurenina (Kynurenine em inglês, KYN) é responsável pelo metabolismo de ~95% do triptofano (Tryptophan em inglês, TRP), um amino ácido essencial. As enzimas indoleamine 2,3-dioxygenase (IDO)-1, IDO-2 e tryptophan 2,3-dioxygenase (TDO) catalisa a conversão de TRP em KYN, portanto, o ativação da IDO por si mesma tem um efeito duplo na função imune. Um lado tem um potente efeito antiparasitário e antiviral que derivam pelo menos em parte da depleção de TRP. Por outro lado, o aumento da expressão de IDO em certas subpopulações de células dendríticas suprime a resposta imune e desencadeia a tolerância imunológica. Assim, o balaço entre imunopatologia e eliminação do patógeno pode ser relacionado com mecanismo de tolerância controlado pela catabolismo do TRP. Nossa equipe estuda estes mecanismos em doenças infeciosas tropicais e crônicas com objetivo de desenvolver vacinas eficazes e identificar novos alvos para o tratamento.

Epidemiologia e dinâmica de distribuição de infecções na Amazônia

O desmatamento, a urbanização e as mudanças climáticas são principais causas para um crescente problema de saúde pública. Nós últimos 10 anos Brasil já teve surtos de vírus Zika, Chikungunya vírus, vírus da Febre amarela e o mais recente SARS-CoV-2. Ainda em região Amazônica, aumenta a densidade de mosquitos no início da estação chuvosa, elevando a probabilidade de transmissão de arbovirus. A maior incidência de transmissão acontece no período de novembro a abril. Além disso, essas regiões também são endêmicas para vários outros vírus, tais como Bunyaviridae (Oropouche vírus), Togaviridae (Chikungunya e Mayaro vírus) e Flaviviridae (dengue, febre amarela), que têm vários sintomas que se sobrepõem, o que torna muito difícil fazer um diagnóstico clínico. Não há ensaio comercial para a maioria desses patógenos, o que torna o diagnostico difícil. Além disso, há reatividade cruzada entre esses vírus co-circulantes e parasitas endêmicos na Região, o que torna este desafio ainda mais complexo. Nosso objetivo é mapear e monitorar a distribuição deste patógenos emergentes e, desenvolver novos teste para auxiliar em diagnósticos rápido e controle destas doenças.

Que ajudar, colaborar, participar ou saber mais dos nossos estudos, entre em contato.

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